Filme: Nas profundezas do mar sem fim


Título Original: The Deep End of the Ocean.
Gênero: Drama.
Duração: 106 min.
Ano: 1999.
Sinopse: Beth Cappadora (Michelle Pfeiffer) é uma fotógrafa que vê sua vida desmoronar quando Ben, um dos seus três filhos e que tem apenas três anos, é seqüestrado. Ela é apoiada pelo marido, Pat Cappadora (Treat Williams) e por Candy Bliss (Whoopi Goldberg), uma policial que tudo faz para encontrar a criança, além da ajuda de parentes e amigos, mas não consegue nenhuma pista de Ben. Quase dez anos depois, Beth e sua família se mudaram para Chicago e um garoto (Ryan Merriman) vai até a casa dela se oferecendo para cortar grama. Beth na hora reconhece seu filho perdido, que agora usa o nome de Sam Karras. Logo é confirmado que Sam e Ben são a mesma pessoa, mas se perder um filho é uma experiência traumatizante também não é fácil fazê-lo pertencer à família Cappadora da noite para o dia, pois Sam ou Ben tem todos seus laços e lembranças ligados à família Karras.
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Neste filme acompanhamos o drama de uma família que se vê em meio a um situação muito delicada. O filho do meio simplesmente some, desaparece em meio a um evento onde estava com sua mãe, seu irmão mais velho e sua irmã ainda bebê. Após este incidente a vida desta família vira um verdadeiro pesadelo.

A mãe não se conforma com o que aconteceu. Em pouco tempo ela se entrega a tristeza a ponto de mal cuidar da casa e dos outros dois filhos. O filme avança nove anos e podemos ver a família seguindo em frente da melhor maneira possível. Só que um belo dia bate a sua porta um menino que a deixa admirada e convicta de que este pode ser seu filho perdido.

O pai também fica arrasado com o sumiço da criança, mas segura as pontas pela esposa que está entregue a tristeza. Mais tarde ele também fica empolgado com a hipótese de ter seu filho de volta.

O filho mais velho se sente culpado por ser quem estava com o menino antes dele sumir. Durante todos os anos que se seguiram ele sofreu junto com os pais. Não só por ver o sofrimento dos pais, mas também por sentir falta de seu irmãozinho.

Quando descobrem um menino a possibilidade de terem encontrado o menino perdido podemos pensar que agora ele simplesmente deve voltar para casa. Mas e ele? Será que realmente é o garoto que estavam procurando? Será que ele gosta de seus novos pais? Será que seus novos pais foram os que raptaram-no? Será que ele quer ir viver com os pais que se dizem verdadeiros e que o encontraram?

São muitas perguntas sem resposta. E o que eles, por anos, imaginaram ser a solução mais obvia pode ser que não seja a coisa certa a ser feita.



Uma história comovente que me fez lembrar um ditado que diz "Se você ama alguém deve deixá-lo livre, pois se for realmente seu, a de voltar" (ou algo parecido). Mas só dá pra entender isso se assistir. Acho que vale a pena juntar toda a família pra ver. Digno de Sessão da Tarde, onde eu vi a última vez, há alguns dias. rs

Até mais, beijos. :*
Post programado.
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Um comentário

  1. Confesso que não curto muito drama não...mas para a Michele Pfifer eu abriria uma exceção pois adoro essa atriz.
    bjs

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